Obrigada a todas pelos cometários, desceram, mas eu continuo muito feliz na mesma.
Obrigada :D
Espero que continuem a gostar.
Beijinhos @@
Sophia
_____
Ia a dar-lhe uma joelhada nas partes baixas, quando…
Quando os gays abrem a porta e caímos os dois para trás, o Gustav em cima de mim, e eu quase em cima do Gay se não se tivesse desviado.
Gay– Hammm… Querem alguma coisa?
O Gustav saio muito atrapalhado de cima de mim e colocou-se em de pé em frente ao gay, como um soldado para o comandante, coitadinho nem sabe o que há de fazer na presença de um gay…
Levantei-me e sacudi o pijama.
Eu– Olá, eu sou a Tibby, que já me conhecem de vista. E este é o Gustav que vos gostava de conhecer. - Disse a sorrir.
Agora é bem-feita!
Gustav– Ham? O quê? Gostava?!
Eu– Claro que gostavas.
Ele deu-me uma cotovelada, mas não liguei.
Gay– Sou o Patrick e este é o Jason.
O Gustav avançou a tremer, deu a cada um aperto de mão a cada um e voltou imediatamente para o meu lado.
Jason– Entrem…
Eu– Não, não é preciso, nos estamos com pressa.
O Patrick fecha a porta atrás de nós e empurra-nos em direcção ao quarto. Agora até eu estava atrapalhada…
E não é que os rapazes começaram a afiambrar-se ao Gustav?
Jason– Tens namorado?
Patrick– Podes fazer-me uma massagem?
Coitado!
Já ali devíamos estar á pouco mais de 5 minutos e alguém bateu á porta.
Angie– Olá, viemos cá busca-los. - Disse entrando pelo quarto a dentro a sorrir.
Jason– Mas isto é assim, não?
A Angie agarrou no meu braço e no do Gustav.
Angie– Parece que sim. - Disse continuando a sorrir.
Levou-nos para fora do quarto e fechou a porta com força. Ainda estávamos a raciocinar o que tinha acontecido, mas assim que olhamos uns para os outros desmanchamo-nos a rir. Seguimos para o quarto e continuamos o jogo.
Não olhei para o Gustav. Como é que posso confiar desta maneira tão ingénua nas pessoas? Mas parecia que não era nada com ela, estava todo divertido a participar no jogo e a rir-se. Bah!
O telemóvel apontou para o Tom e para a Angie. Aposto que vai fazer uma pergunta porno ou atrevida.
Tom– Quanto é que pesas?
Ham?
Angie– Consequência -.-’
Tom– Fixe!! Tens de me beijar. Não é que seja bem uma consequência, mas serve bem para o momento.
Angie– O quê? Tu fizeste de propósito! Já sabias que eu ia escolher consequência!
Tom– Diz lá que não sou esperto.
Tom– Estou á espera do meu beijo.
A Angie caminha para ele de gatas, contrariada e dá-lhe um bate-chapas. Ele agarra-lhe os braços para impedi-la de se ir embora e volta a beija-la. Caíram para trás enquanto se beijavam.
Tom– AUUU!
A Angie sai de cima dele e volta para o seu lugar, muito calmamente.
Angie– Para a próxima, já não te esticas.
Se bem conheço a Angie, aposto que lhe mordeu a língua.
O Tom amuado deitou-se na cama de costas para nós. E demos por terminado o jogo… Fomos deitar-nos mas não aos pares, nem por cima do meu cadáver me deitava na mesma cama que o Gustav. Ele desiludiu-me mesmo. Eu achava-o tão perfeito… E agora todas as coisas que eu mais gostava nele, transformaram-se em defeitos.